Alexandria
Você é o que você ouve
Ouvir você é mergulhar
Numa piscina de vidro
Com o corpo em chamas
Você não é o que me diz
Não se mova até eu chegar
Um mergulho desesperado é uma chance de encontrar no ar
A solucão para o passado que se recusa a nos deixar
Você é o que você vê
Viu meus olhos e desistiu
De me fazer do seu jeito
De outro jeito não serviu
Você é o que você sente
Eu fiz questão de te marcar
E os muros da cidade gritavam pra eu parar de dançar
Não adianta abrir as portas do céu e plantar armadilhas
Não sou o que você pediu,
Mas posso tentar.
Não sou o que você pensou,
Mas posso tentar
Você é uma escolha
Eu te pedi pra não escolher
Entre nós e os meus discos de rock
E os livros que vamos ler
Você é o que você perde
Me perdi e você se foi
Já faz tanto tempo e eu tentado não me acabar
Em velhas novas mensagens
Que nunca vão chegar
Não sou o que você pediu,
Mas posso tentar.
Não sou o que você pensou
Mas quero tentar.
(Flávio Petit)










Assim vocês me fazem gostar do que escrevo…
Amigo, você escreve lindamente e as suas palavras compartilham sentimentos e experiências. Não importa o quanto a vida seja dura contigo, nem o quanto as pessoas te decepcionem ou te façam sofrer, apenas não deixe de se mostrar ao mundo exatamente do jeitinho que você é. Estou com saudades!
Beijo carinhoso,
Beta